Do nome ao site: o que a sua marca é, como ela fala e como ela aparece. Construída por quem vai colocar ela no ar.

NamingPosicionamentoSistema visualManual da marcaTom de vozSiteRedes sociaisPortfólio de marcas

Marca construída por quem vai colocar ela no ar.

A maioria dos projetos de marca termina em um PDF bonito que ninguém aplica. Aqui, o time que define o posicionamento é o mesmo que vai fazer a campanha, comprar a mídia e responder pelo resultado. A marca nasce sabendo onde vai rodar.

O problema quase nunca é o logo

Quando uma empresa sente que precisa de marca nova, o que está quebrado raramente é o desenho. É não conseguir explicar em uma frase por que alguém deveria escolher ela e não o concorrente mais barato. O logo é a parte visível de uma decisão que vem antes: o que a marca promete, para quem e com que voz.

Arquitetura de Marca é essa decisão tomada, escrita e aplicada em tudo que o público vê: nome, sistema visual, site, redes e o jeito de falar. É o trabalho que dá à mídia alguma coisa para levar.

A parte visível

  1. Logo
  2. Sistema visual
  3. Tom de voz
  4. Discurso
  5. Posicionamento
  6. Promessa e público
A decisão que vem antes

O que entra no núcleo

Para quem está lançando. Naming, posicionamento, identidade visual e manual. A marca sai do projeto pronta para ir ao mercado, não pronta para mais uma rodada de reunião.

Para marca que mudou de público, de portfólio ou de ambição e ficou com a cara do que era antes. A gente mantém o que já tem reconhecimento e reconstrói o resto.

Território, promessa, proposta de valor por público e as mensagens que o time comercial usa na reunião. O que a marca diz quando ninguém está lendo um anúncio.

Logo, paleta, tipografia, grid, elementos gráficos e aplicações, reunidos no manual que faz qualquer fornecedor acertar sem precisar perguntar.

Estrutura, copy e design do institucional. É onde a marca é conferida antes da decisão de compra, e onde a maioria das empresas perde a venda que a mídia trouxe.

Perfil, linha editorial, direção de arte e templates. Como a marca fala todo dia, não só quando tem campanha no ar.

Quando existe mais de uma marca na casa: o que é marca-mãe, o que é submarca, o que é só nome de produto, e como cada uma aparece sem comer a outra.

O que sai do projeto

Entregáveis com nome e função, não uma apresentação de encerramento. Tudo que sai daqui é feito para ser usado por outras pessoas depois.

  • 01

    Plataforma de marca

    Posicionamento, promessa, público e valores em um documento que encerra discussão em vez de abrir.

  • 02

    Naming

    Nomes com checagem de disponibilidade feita antes da apresentação. Nenhum nome chega sem essa conferência.

  • 03

    Identidade visual completa

    Sistema construído para aplicação real, entregue com os arquivos abertos na sua mão.

  • 04

    Manual da marca

    O que pode, o que não pode e como se faz. É o que mantém o padrão quando a marca passa por várias mãos.

  • 05

    Kit de aplicação

    Apresentação, documentos, templates de social e peças base prontos para o time usar no dia seguinte.

  • 06

    Tom de voz e linha editorial

    Como a marca escreve, o que ela nunca diz e os assuntos que ela tem autoridade para ocupar.

Duas formas de contratar

O núcleo se sustenta sozinho e também funciona como a primeira fase de uma operação completa. A escolha é sua, e ela muda o formato da proposta.

Projeto fechado

  • Escopo, prazo e entregáveis definidos na proposta
  • Termina com a marca de pé e todos os arquivos na sua mão
  • Você toca a operação depois com quem quiser
  • Faz sentido para quem já tem agência ou time interno de mídia

Primeira fase do circuito

  • A marca já nasce pensada para o canal em que vai rodar
  • O mesmo time constrói a marca, a campanha e a mídia
  • O que o mercado responde volta para ajustar discurso e peças
  • Faz sentido para quem vai lançar ou relançar com investimento em mídia

A marca não é uma etapa. É o que corre no circuito.

As cinco etapas do Sprint Circuit movimentam alguma coisa. Este núcleo define o que é essa coisa. Com a marca vaga, REACH compra alcance para algo que ninguém guarda, ENGAGE muda de voz a cada semana e CONVERT só tem preço para oferecer.

Por isso Arquitetura de Marca vem antes da largada, e não no meio do caminho. Quando a marca já está de pé, o projeto começa direto em GRID.

Ver o circuito completo

Trabalhos

Capa do brandbook da PlusCRM: Do caos ao comando

PlusCRM

Identidade visual completa, do posicionamento ao brandbook. Do caos ao comando.

  • GRID
  • ENGAGE
Materiais impressos com a identidade visual da Cognara

Cognara

Naming, identidade visual e sistema de marca para uma plataforma de inteligência aplicada à comunicação.

  • GRID
  • ENGAGE
Peça da campanha do Grupo Vamos: Sempre novo. Sempre à frente.

Grupo Vamos

Campanha de mídia programática com posicionamento, awareness e conversão. Território: Sempre novo. Sempre à frente.

  • REACH
  • ENGAGE
  • CONVERT

O que muda quando a marca está de

Marca não se mede em elogio ao logo. Se mede no que fica mais fácil depois que ela existe.

  1. 01

    Você para de explicar o que faz

    Com o posicionamento claro, a reunião comercial começa três passos à frente.

  2. 02

    Nenhum fornecedor inventa

    Com manual, qualquer designer, gráfica ou agência entrega no padrão sem você no meio do caminho.

  3. 03

    A mídia rende mais

    Criativo com território cansa menos, e público que reconhece a marca clica mais e custa menos no leilão.

  4. 04

    Preço defendido

    Marca com significado compete por valor. Marca genérica compete por desconto.

  5. 05

    Um discurso só

    Comercial, redes e anúncio dizem a mesma coisa, então a pessoa reconhece a marca em qualquer ponto de contato.

  6. 06

    Lançamento mais rápido

    Com o portfólio estruturado, produto novo entra em um sistema que já existe em vez de virar um projeto do zero.

Como começa

Quatro passos até a marca de

Do primeiro contato à entrega, sem etapa surpresa e sem escopo que cresce no meio do caminho.

  1. 01

    Diagnóstico de 30 minutos

    Onde a marca está hoje e o que o mercado entende dela. Sem custo e sem compromisso.

  2. 02

    Proposta com escopo fechado

    Entregáveis, prazo e investimento definidos antes de começar. Nada de escopo que cresce no meio.

  3. 03

    Imersão e construção em ciclos

    Leitura de mercado, conversa com você e com o time, e entregas em ciclos de aprovação.

  4. 04

    Entrega com a marca aplicada

    Manual e arquivos abertos na sua mão, com a marca já de pé no site e nas redes.

Perguntas sobre marca

Os dois. A Sprint constrói a marca e opera a mídia que leva ela ao mercado. Você pode contratar só a construção e levar os arquivos, e também pode seguir com a gente nas etapas seguintes do circuito.

Quase nunca. Na maior parte dos casos o que está quebrado é o discurso, não o logo. O diagnóstico diz o que fica, o que muda e o que não vale o custo de mexer.

Depende do escopo. Uma marca do zero com naming leva mais que um ajuste de discurso e de sistema visual. A proposta fecha escopo, prazo e entregáveis antes de o projeto começar.

Fazemos o naming e a checagem de disponibilidade antes de apresentar qualquer nome. O depósito no INPI é conduzido por um escritório especializado, com a Sprint acompanhando.

Pode. Mas se a marca não tiver posicionamento e sistema visual definidos, o site vira decoração cara. Nesse caso a gente fecha essa parte antes, dentro do mesmo projeto.

Não. Campanha é o que a marca diz numa temporada. Marca é o que sobra quando a campanha sai do ar.

Ele vem antes. Com a marca definida, o criativo nasce com território, a audiência reconhece o que vê e a conversão para de depender só de preço.

Uma marca que o mercado consegue repetir.